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Semana Global do Empreendedorismo - Como surgiu?

Posted by Administradores - FCA on sábado, novembro 13, 2010 in
Tudo começou na Inglaterra em 2004, com a “Enterprise Week UK”, idealizada pelo atual primeiro-ministro britânico, Gordon Brown. Anos mais tarde, inspirada na iniciativa britânica, os EUA realizaram a “EntrepreneurshipWeek USA” em março de 2007.

Após ganhar os EUA, o movimento passou a ser global em 2008 graças aos esforços da Fundação Kauffman, a maior instituição de fomento ao empreendedorismo no mercado americano, e ao Make Your Mark. O Brasil foi o primeiro país a aderir ao projeto da Semana Global do Empreendedorismo junto à Inglaterra e os EUA.
No Brasil a líder da iniciativa foi o Instituto Empreender Endeavor que difundiu o movimento e mobilizou os parceiros. A Endeavor também promove a campanha nacional Bota Pra Fazer que tem como objetivo colocar o tema empreendedorismo na pauta dos brasileiros.
Em 2008, vencemos o desafio de realizar a maior mobilização de pessoas entre os países. Foram promovidas atividades em todos os estados brasileiros. Tivemos o envolvimento de 1.735 organizações parceiras num total de 1.781 atividades que envolveram 1.400.000 pessoas.
Os 90 países, que engajados na realização da Semana em 2009, se reuniram em março daquele ano em Kansas City. Nesta reunião foram entregues 6 prêmios pelos resultados em 2008 e a Endeavor, anfitriã do movimento no Brasil, ganhou 2 deles: um pela capacidade de entregar a mensagem ao maior número de pessoas por meio de parceria com a mídia, e outro por ter inspirado os brasileiros através da campanha Bota Pra Fazer.
Em 2009 o resultado foi ainda mais estimulante. Os parceiros ganharam independência e surgiram lideranças locais, atividades criativas pipocaram e a meta de público impactado pelo movimento, estimado em 2 MM de pessoas, foi superada.

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Semana Global do Empreendedorismo - O que é?

Posted by Administradores - FCA on sábado, novembro 13, 2010 in
Atitude empreendedora é pensar fora da caixa, ser proativo, ter um sonho grande e fazer de tudo para realizá-lo. Milhões de brasileiros, assim como você, possuem essas características, e com a Semana Global do Empreendedorismo têm acesso a iniciativas que oferecem mais informações, relacionamento, criatividade e inspiração para tirar suas idéias do papel e construir algo único, inovador, original.


Inspirar - Fazer com que a atitude empreendedora faça parte da vida dos jovens que podem encontrar alternativas de futuro e chegar muito mais longe em suas carreiras.
Orientar - Estimular organizações e empresários de diferentes setores a treinar, capacitar e orientar a próxima geração de talentos que se inspira com exemplos de quem realizou.
Conectar - Formar uma rede de jovens e organizações para estimular novas idéias e realizar objetivos em diversas áreas e atuações no Brasil e no mundo.
Mobilizar - Colocar o empreendedorismo em pauta na sociedade e mostrar a troca de políticas para se empreender com líderes e formadores de opinião.
Milhões de pessoas ao redor do mundo se juntaram a este crescente movimento de empreendedores que geram idéias e transformam em oportunidades e grandes negócios. Pela primeira vez na história, mais de 90 países vão inspirar pessoas de todas as idades a inovar, criar e fazer a diferença. São diferentes povos, culturas e atividades que transmitam a mesma mensagem: empreender.
A 1ª edição da Semana Global do Empreendedorismo foi em 2008 em 78 países, com o total de 24.966 atividades, 8.892 parceiros e 3,06 milhões de pessoas envolvidas. O Brasil, logo no primeiro ano, conseguiu mobilizar 1,4 milhões de pessoas, o que representa metade do número global: 1.735 parceiros e 1.781 atividades e ainda ganhou dois prêmios internacionais.

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Descoberta de grande reserva de óleo na Bacia de Santos deve ser anunciada

Posted by Administradores - FCA on sexta-feira, outubro 29, 2010 in

Poço da área de Libra pode ser a maior descoberta de óleo do Brasil; ANP deve divulgar resultado nesta 6ª

 A maior descoberta de óleo do Brasil na área de Libra, na Bacia de Santos, deve ser anunciada nesta sexta-feira, 29, pela Agência Nacional do Petróleo (ANP), conforme revelou a Agência Estado. As estimativas, que constam de relatório da consultoria Gaffney Cline & Associates (GCA) - que avaliou para a agência as reservas do pré-sal, inclusive dos blocos usados na cessão onerosa - dão conta de que Libra pode conter entre 8 bilhões e 12 bilhões de barris.As ações da empresa, que foram negociadas em ligeira queda ao longo do dia, reagiram no final da tarde. A Petrobrás ON fechou em alta de 0,03% e a PN, 0,27%.

Segundo fontes do setor, a perfuração da área atingiu ontem pela manhã o seu alvo, a 6,9 mil metros de profundidade. Foram encontrados indícios líquidos que podem ser óleo. A perfuração no poço de Libra, porém, ainda não chegou ao fim, afirmou há pouco a diretora da agência Magda Chambriard.
A área pertence à União e, caso aprovado o novo marco regulatório, poderá integrar o primeiro leilão pelo novo modelo de partilha. Como operadora única do pré-sal, a Petrobrás já detém 30% das reservas de Libra, como de todas as outras áreas da região do pré-sal.
A área de Libra está localizada próxima dos blocos BS-4, operado pela Shell, e do BM-S-45, operado pela Petrobrás em parceria com a Shell. Fontes acreditam que, se confirmado o tamanho da megareserva, ela pode "vazar" para estes dois blocos.
Ontem, o gerente executivo de Exploração da Petrobrás, Mario Carminatti, confirmou que a companhia está perfurando o bloco BM-S-45, mas que só dentro de um mês poderá ter alguma notícia da área. Ontem, rumores sobre uma nova grande descoberta movimentaram o mercado financeiro e impactaram a cotação das ações da estatal, que tiveram alta de 1,32% (PN), num dia em que o Ibovespa caiu 0,24%.
Divulgação
O diretor-geral da ANP, Haroldo Lima, afirmou há pouco que pretende divulgar nesta sexta-feira, 29, a confirmação de reservas do poço de Libra, que está sendo perfurado em parceria com a Petrobrás no pré-sal da Bacia de Santos. Lima não quis adiantar detalhes, alegando que a agência precisa ainda coletar últimas informações sobre o poço. Segundo ele, até o momento a agência trabalha com o cenário moderado estipulado pela consultoria Gaffney Cline Associates (GCA),que estima reserva de 7,9 bilhões de barris.
A própria GCA porém, em um cenário otimista que eleva o volume para 16 bilhões de barris. Ele participou da cerimônia de retirada do primeiro óleo definitivo de Tupi.
Exame.com


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Brasileiros querem o governo no controle de grande empresas

Posted by Administradores - FCA on sexta-feira, outubro 29, 2010 in
Exame.com
Um estudo elaborado pela consultoria multinacional Ernst & Young mostra que 65% dos entrevistados brasileiros querem que o governo tenha o controle de grandes companhias. A consultoria, que ouviu 500 pessoas no país, ainda não divulgou o perfil dos participantes.
A pesquisa, que também foi realizada em outros 23 países, revela que as economias em desenvolvimento são as que apresentam maior parcela da população defendendo o controle estatal de empresas estratégicas. Os percentuais de Rússia (93%), Índia (68%) e China (72%) mostram um pouco do modo como pensam os cidadãos do Bric.
Fato curioso é que este mesmo grupo de brasileiros reconhece, em sua maioria (91%), que as grandes empresas estatais são administradas com forte viés político. Para 60% do grupo, as empresas privadas são mais eficientes que as estatais. Nas entrevistas, a Ernst & Young não levou em conta casos específicos, como os recentes escândalos no governo envolvendo a Casa Civil e empresas e cargos públicos.
"Esta é uma questão cultural. Os cidadãos querem que o governo esteja presente na prestação de serviços estratégicos, como defesa, infraestrutura de transportes, geração e distribuição de energia", diz Liliana Junqueira, sócia líder da área de governo e setor público da Ernst & Young Terco em Brasília.
Crise
A percepção dos entrevistados sobre o assunto também parece ter sido impactada pelos efeitos da crise mundial. Eles responderam que preferem uma menor presença do Estado justamente em setores que precisaram ser socorridos durante o pior da recessão nas economias desenvolvidas, como o de seguros e o automobilístico.
Para os participantes do estudo, o envolvimento do poder público nestas áreas não deve ser "mais do que temporário". Por outro lado, eles disseram que a presença permanente do governo no setor financeiro é uma necessidade.

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De volta

Posted by Administradores - FCA on sexta-feira, outubro 29, 2010 in
Olá amigos, visitantes e frequentadores,

Estavamos com muito trabalho, e por isso acabamos deixando o blog meio a segundo tempo, mais chega de ociosidade, vamos continuar, qual tema agente deve abordar?

Que tal falar das novas descobertas do pré-sal! Vamos lá!

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Posted by Administradores - FCA on domingo, setembro 05, 2010

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Não adianta saber fazer (know-how) se não souber vender (know-sell)

Posted by Administradores - FCA on sexta-feira, agosto 27, 2010
Há uma diferença relevante entre vender um seguro de automóveis para um proprietário de um automóvel específico e vender seguros de automóveis para um frotista. Da mesma forma que vender uma Coca-Cola para um consumidor final não é a mesma coisa que vender para um restaurante ou um hiper-mercado.

O primeiro desafio é denominado de Venda Simples (não confunda com Venda Fácil), um tipo de venda dirigido ao consumidor final e que dispõe de muitas literaturas a disposição. O segundo desafio é denominado de Venda Complexa, um tipo de venda que acontece de empresa para empresa, portanto não é dirigida ao consumidor final, e cujas regras de eficácia contrariam quase tudo que Philip Kotler e outros autores escreveram sobre Marketing e Vendas.

Fora do Brasil, os principais autores sobre Gestão de Vendas Complexas (também chamada de Vendas Técnicas ou de Vendas de Alto Valor ou ainda de Vendas Consultivas) são Neil Rackham e Jeff Thull. Dentro de nosso país temos o José Carlos de Moreira Teixeira e, modestamente, este que vos escreve.

É fácil perceber a escassez de literaturas e de metodologias que sejam eficazes para a venda B2B (business to business). Este tipo de venda, por ter características muito específicas, requer também sistemáticas diferenciadas que sejam capazes de fazer com que os vendedores (front office) e as estruturas de apoio (back office) adotem um modelo de Gestão Comercial Integrado, muito maior e mais estruturado do que os antigos esforços de aperfeiçoamento dos resultados em vendas.

A abordagem tradicional de vendas (focada na Venda Simples) normalmente responsabiliza somente o vendedor pelo sucesso e também pelo fracasso, premiando-o quando bate as metas (com bônus especiais) e punindo-o quando não atinge o resultado mínimo desejado (demitindo-o ou submetendo-o a treinamentos específicos de cunho motivacional ou procurando ensinar "o padre nosso para o vigário").

A Gestão da Venda Complexa é aquela pela qual todos que atuam em vendas deste tipo (consultores organizacionais, vendedores de produtos para os canais de vendas, vendedores de máquinas e equipamentos, vendedores de soluções de engenharia e de informática, vendedores de serviços especializados etc.) precisarão especializar-se, pois este é o principal motivo pelo qual certas empresas (com excelentes produtos e serviços) sucumbem.

Os vendedores B2B precisam de metodologias inovadoras e diferenciadas que justifiquem sua especificidade de abordagem comercial. Não é adequado exemplificar comportamentos de vendas complexas com as atitudes típicas de vendedores de varejo que lidam diretamente com o consumidor final.

É fundamental uma abordagem mais específica à realidade dos vendedores complexos e que se baseie num processo estruturado envolvendo não somente o vendedor, mas também, e preponderantemente, toda a infraestrutura comercial, numa abordagem integrada e refinada que fará com que o merecimento pelo negócio substitua a venda a qualquer preço.

Veja alguns pressupostos superficiais da Gestão da Venda Complexa:

Sistema Plantativo: não há colheita (venda) se não houver suficiente plantação (vulgarmente denominada de "prospecção", mas aqui denominado de "pré-venda"). Em Vendas Complexas, entende-se que este subprocesso inteiro seja executado pela infraestrutura comercial e não pelo vendedor propriamente dito, e contemplam, entre outros, o seguinte fundamento: o relacionamento é tudo em Vendas Complexas.

Portanto, reconhecer a teoria das "transferências" (terminologia inovadora e que demanda um estudo detalhado do comportamento humano) antes das "transações" (objetivo final de qualquer empresa) é o ponto de partida para merecer o negócio e não apenas vender. Aliás, a única coisa que não pode ficar evidente na Venda Complexa é que uma venda está acontecendo. Ou seja, quanto mais nos parecermos com os vendedores tradicionais, menos sucesso será capitalizado.

Veja algumas máximas do Sistema Plantativo:

- Cerca de 70% da verba dedicada anteriormente a mídia paga deverá ser transferida para a mídia espontânea com o uso sistemático dos serviços de Assessoria de Imprensa profissionalizada;

- Envios de e-mails marketing profissionais e transferenciais como forma de relacionamento preliminar ao contato com o vendedor;

- Criação de uma base de dados de qualidade (e não somente quantidade) com nomes e e-mails de pessoas (no mínimo) em substituição aos tradicionais nomes e endereços de empresas;

- Sistemática de remuneração pela geração de cadastros válidos e eticamente utilizados;

- Envolvimento diário com mídias virtuais. Ex: Blogs, Twitter, Website, Facebook, Orkut, Google etc.

Fluxo de Merecimento de Negócio: a partir da excelência do Sistema Plantativo, os leads decorrentes são os inputs para a ativação dos vendedores e/ou especialistas que adotarão a OSC (Ordem de Serviço Comercial) de vendas, em similaridade ao que acontece nas áreas de fabricação e prestação de serviços (tipicamente relativas à entrega), como forma de registro e monitoramento da eficácia deste subprocesso.

Um vendedor normal (portanto não campeão) e que, como único pré-requisito, apenas seja imune aos fracassos eventuais de um vendedor profissional, se seguir as etapas da OSC com o rigor de um atleta obstinado, conquistará os resultados. Começará a considerar a atividade de vendas não como uma falta de opção profissional (como muitos ainda assim manifestam quando se referindo à profissão de vendedor), mas como uma das opções mais prazerosas e lucrativas da atualidade. Veja as etapas de uma OSC completa:

- Atendimento: abertura e exploração;

- Abordagem: demonstração de capacidade e obtenção de um compromisso;

- Negociação: descoberta de omissões e superações das objeções (explícitas e implícitas);

- Fechamento: positivo e negativo.

Orlando Pavani Junior - é CEO da Gauss Consulting, empresa especializada em consultoria instrumental e assessoria especializada e Associada ao IBCO (Instituto Brasileiro dos Consultores de Organizações).

Fonte: Administradores.com.br

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Inovação é uma questão de coragem, revela estudo

Posted by Administradores - FCA on sexta-feira, agosto 27, 2010
Um estudo realizado pela Pieracciani, consultoria especializada em gestão da inovação, revelou que atitudes inovadoras estão diretamente ligadas à coragem e à criatividade. Essa foi a posição de dirigentes de mais de 30 companhias ouvidas durante evento da empresa responsável pela pesquisa. E você: tem a coragem necessária para inovar?


O termo Inovação descreve a forma como as organizações (sejam elas privadas, públicas ou do terceiro setor) criam valor desenvolvendo e aplicando conhecimento novo ou transformando o já existente. Trata-se como processo inovador tudo que gera o desenvolvimento de novos produtos/serviços, processos, negócios etc.

"Nascemos todos inovadores e, enquanto crianças, manifestamos isto livremente, criando, inventando, experimentando e, principalmente, aprendendo tudo no maior alto astral", afirma Valter Pieracciani, diretor da consultoria Pieracciani.

Segundo Pieracciani, no entanto, essa tendência natural à inovação vai sendo tolhida ao longo da vida, e algumas pessoas não conseguem mantê-la. "As crescentes pressões dos pais, da sociedade e a força das tradições vão apagando esta capacidade de inovar, e nos aproximam muito dos soldadinhos de chumbo com os quais brincávamos quando crianças", afirma o executivo.

Por isso, de acordo com Pieracciani e diretores de empresas como Odebrecht, Nestlé, Oi, Delphi e CPFL, que participaram do estudo em questão, "sair desta formatação é uma atitude corajosa".

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