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Sustentabilidade Social: Por que ela é importante?

Posted by Administradores - FCA on domingo, novembro 14, 2010 in

A sustentabilidade social é um dos mais importantes setores para a mudança nos panoramas da sociedade. O modo de vida pós-capitalista levou não apenas o homem, mas também o próprio espaço urbano a degradações. A desigualdade social, o uso excessivo dos recursos naturais por uma parte da população enquanto a outra cresce desmedidamente são fatores que são extremamente combatidos no âmbito da sustentabilidade social. Pode-se afirmar que a sociedade obedece a relações intrínsecas com os outros setores de base da sociedade (acesso a educação, desenvolvimento das técnicas industriais, econômicas e financeiras, além dos fatores de ordem político e ambiental) então um primeiro passo que deve ser tomado para a resolução dos agravantes sociais é justamente a responsabilidade social e a agregação a sustentabilidade desses setores.
No tocante a aplicação sustentabilidade social pelas empresas, é possível ressaltar que há crescente investimento das grandes marcas do mercado, principalmente os órgãos mais ligados as relações financeiras. Além disso, as indústrias e empresas que vem se envolvendo na sustentabilidade social (ou responsabilidade social), as indústrias sustentáveis, tendem a exercer um imprescindível papel para toda a comunidade. Quando se tomam medidas como investimentos em promoção de trabalhos e de renda, investimento em projetos de ordens sociais, com saúdes, etc. são medidas que visam a igualdade entre os cidadãos e os exercícios da cidadania entre outros ganhos. Muitas empresas tem se empenhado ultimamente para esses tipos de projeto, uma vez que eles promovem uma excelente imagem da própria empresa.
A sustentabilidade social visa o bem-estar da sociedade de hoje e a de amanhã em iguais medidas. Para que ela de fato se concretize é necessária grande campanha de divulgação, instalada tanto pelas macroestruturas (setores políticos e básicos) quanto por empresas que visem os projetos e a aplicação da mesma. A mobilização social para esse fim também é um fator determinante para a melhora da qualidade de vida.


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Inovação verde

Posted by Administradores - FCA on domingo, novembro 14, 2010 in

Até hoje, nenhum país conseguiu enriquecer e manter sua riqueza natural. O Brasil também tem fracassado.
O sonho se transformou em realidade. O Brasil virou uma grande potência agroindustrial, o país que mais pode contribuir para suprir a crescente demanda mundial por alimentos, bicombustíveis e produtos químicos renováveis. Inovação e empreendedorismo foram os ingredientes do sucesso. Enquanto centros de pesquisa inovavam, agricultores transformavam inovação em riqueza. A agricultura migrou do Paraná para o cerrado, a pinga se transformou em etanol, que, transformado em polietileno, pode ser encontrado nas embalagens de refrigerantes. O Brasil se tornou grande exportador de soja, açúcar, carne e suco de laranja — e muitos outros produtos se somarão à lista. Mas o sucesso não esconde os problemas a ser enfrentados. O maior será equilibrar crescimento econômico e preservação do meio ambiente. Que fração do cerrado cobriremos com soja? Quantas hidrelétricas serão construídas na Amazônia? Quantos portos pipocarão ao longo da costa? Seremos capazes de conciliar o justo anseio de prosperidade com a necessária preservação dos ecossistemas?
Talvez o desafio mais agudo seja regular a expansão da agropecuária. Até hoje nenhuma sociedade foi capaz de conciliar a expansão de uma agricultura competitiva com a preservação ambiental. Na Europa, grande parte das florestas originais foi destruída. Na América do Norte, quase toda a área agricultável já é explorada. A biodiversidade dessas regiões foi destruída num período em que ninguém pensava em políticas de preservação. O dilema e o ônus moral de conciliar conservação e produção de alimentos foram relegados a países capazes de produzir alimentos de forma competitiva. Europeus e americanos não lidam com o problema de ter uma Amazônia pressionada por uma fronteira agrícola em constante movimento. Mas nós temos. Nossa agricultura está se expandindo durante o período histórico em que o homem descobriu a necessidade de preservar o meio ambiente.
Na procura do equilíbrio, teremos de abandonar duas visões igualmente radicais. A primeira é a que nega o problema ambiental, por preconceito ou esperteza. Muitos defendem, abertamente ou não, que a questão da preservação é secundária diante da oportunidade de progresso gerada pela crescente demanda internacional por nossos produtos. O meio ambiente, nessa lógica, pode esperar. No polo radical oposto, temos a defesa romântica da natureza, buscando um passado que não existe mais.
Talvez o melhor exemplo dessa tensão seja a atual discussão em torno do Código Florestal, legislação que regula a expansão agropecuária. A lei é um dos pilares da preservação dos ecossistemas terrestres, pois regulamenta a fração e a localização da vegetação nativa que pode ser removida e substituída
pela agropecuária. Regula a ocupação do território, excluindo apenas parques nacionais, reservas indígenas e outras áreas protegidas. A versão original, de 1965, foi alterada diversas vezes. Uma nova versão está no Congresso e deve ser votada nos próximos meses.
Alguns ambientalistas tentam preservar a versão atual, que jamais foi cumprida, provocou o acúmulo de um enorme passivo ambiental e, pior, não protegeu a vegetação nativa ao longo das últimas quatro décadas. Parte do setor agroindustrial apoia o substitutivo que, na sua forma atual, tornará precária a possibilidade de preservação da vegetação nativa. Vale a pena entender um pouco as entranhas da lei.
Hora de decidir
Se a lei atual não tem conseguido equilibrar crescimento e preservação, a proposta ora em discussão no Congresso, de autoria do deputado Aldo Rebelo, também tem problemas, como a permissão de desmate para pequenas propriedades e a suspensão das autuações e multas por cinco anos. Ambas incentivam o desmatamento. Por outro lado, o substitutivo contém algumas boas ideias. A principal é o conceito de compensação. Rebelo quer permitir que os défi cits de reserva legal sejam compensados por meio da proteção de áreas nativas distantes da propriedade original. Um proprietário que tenha acumulado um déficit de 100 hectares em sua propriedade poderia comprar ou alugar 100 hectares de florestas nativas e registrar esse bloco como sendo a reserva legal de sua propriedade. A área não seria derrubada, mas poderia ser transmitida entre propriedades produtivas, criando um mercado para áreas com vegetação nativa. Imagine a consequência dessa medida na Mata Atlântica. Para cobrir o déficit de 9 milhões de hectares de reservas legais, as propriedades produtivas teriam a obrigação de comprar ou alugar o correspondente entre os 29 milhões de áreas com vegetação natural que ainda existem fora das reservas e terras indígenas. As propriedades agrícolas seriam responsáveis pela manutenção dessas matas para sempre. O resultado seria a transferência de 9 milhões de hectares do conjunto de áreas passíveis de desmate para o pool de áreas preservadas permanentemente.
O exemplo das discussões em torno do Código Florestal ilustra bem as tensões que o próximo presidente terá de enfrentar. O Brasil tem gerado muita riqueza explorando seus recursos naturais. Estamos crescendo mais aceleradamente, e isso é ótimo para milhões de brasileiros. Mas ainda não chegamos a um consenso sobre como e quanto preservar para garantir a sustentabilidade do desenvolvimento. O Brasil tem tudo para chegar lá — mas a hora de decidir como fazer isso é agora.

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Emissão de debênture do BNDES é boa opção para pequeno investidor

Posted by Administradores - FCA on sábado, novembro 13, 2010 in
A nova emissão de debêntures do BNDES Participações pode ser bastante interessante para o pequeno investidor, na avaliação da professora da FGV (Fundação Getulio Vargas), Myrian Lund.
As debêntures são títulos de dívida de médio e longo prazo emitidos por empresas, que conferem ao detentor do título, o debenturista, um direito de crédito contra a emissora. Assim, ao comprar uma debênture, o investidor passa a ser credor da empresa.
“É uma alternativa diferenciada de investimento. O pequeno investidor vai poder comprar a debênture no mesmo preço do grande”, afirmou a professora.
Perfil
Mas a alternativa não é interessante para todos os investidores. Isso porque as debêntures são uma renda fixa ou uma modalidade na qual já se sabe os ganhos na hora da adesão, o que significa que são mais interessantes para quem tem perfil conservador.
“Na debênture, você está emprestando dinheiro para a empresa. Tem de olhar qual é a empresa”, explicou Myrian, dizendo ainda que o BNDES é um banco público e que, portanto, tem o suporte do governo para não quebrar, o que reduz os riscos.
O cuidado que o investidor deve ter ao aderir é com o seu próprio orçamento. “Ela é muito interessante para quem não vai mexer no dinheiro tão cedo. Tome cuidado com a data de vencimento e analise seu fluxo de caixa”, ressaltou a professora.
A emissão
No caso da emissão do BNDES Participações, o prazo de participação se iniciou no dia 8 deste mês e vai até o dia 24 de novembro para pessoas vinculadas e 1º de dezembro para as demais. Investidores de varejo devem fazer reserva por meio de uma corretora.
A emissão inicial será de 250 mil a 1,5 milhão de debêntures não conversíveis em três séries, ao valor unitário de R$ 1 mil. As duas primeiras sérias terão vencimento para 1º de janeiro de 2014 e, a última terá maturação para 15 de janeiro de 2017.
Quanto à rentabilidade, são três alternativas: a primeira prefixada, a segunda com remuneração flutuante com definição de taxa de juros a cada três meses e a terceira vinculada à inflação, ao IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo).
O custo, por sua vez, fica em R$ 6,90 semestrais para a taxa de custódia, sendo que a corretagem só é cobrada, caso o investidor venda o ativo antes do prazo de vencimento. “É uma debênture nova que o governo lançou, que não tem um alto custo – só a taxa de custódia – e tem uma das melhores taxas de remuneração do mercado”, disse Myrian.
Sobre a tributação na modalidade, ela segue a tabela regressiva do Imposto de Renda, assim como outras modalidades da renda fixa. A alíquota incidente começa em 22,5% e cai a cada seis meses, chegando a 15% após dois anos.

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Jovens da classe C gastam 71% do salário com roupas e acessórios

Posted by Administradores - FCA on sábado, novembro 13, 2010 in
As jovens da classe C gastam gastam 71% de seus ganhos com roupas e acessórios. O número faz parte de uma pesquisa do Data Popular, sobre o comportamento de consumo das mulheres, em especial as que pertencem à nova classe média.
Segundo o estudo, 28% assumem que são muito consumistas e 17% acham “muito importante” estar na moda. No Brasil, mais de 15 milhões de mulheres têm entre 16 e 24 anos – metade delas na classe C. Aproximadamente 5,5 milhões estão no mercado de trabalho, 2 milhões estão formadas ou cursando curso superior e 36% tem como maior sonho os estudos e a formação profissional. 
Independência e mesada 
“As jovens da classe C são mais independentes que os homens de sua faixa e que as outras jovens em geral”, acrescenta o estudo. Apenas 14% delas recebem mesada – enquanto na classe DE o percentual é de 18%, na classe AB, 30%, e entre os homens da classe C, 18%.
Por outro lado, 72% das jovens da classe C já trabalham – contra 57% das moças na classe DE e 63% na classe AB. No Brasil, a massa de renda feminina chega a R$ 507,3 bilhões – cerca de 37% o volume total da renda do País. As mulheres na classe média recebem 37% (R$ 158,2 bilhões) dos R$ 427,6 bilhões produzidos por essa faixa de renda. O percentual é um pouco menor que a participação das mulheres na classe DE, que ganham 40% da renda da classe (R$ 162,5, de R$ 406,2 bi).
A renda das mulheres da classe A representa 30,37% dos R$ 216,1 bilhões produzidos, enquanto as da classe B recebem 36,5% dos R$ 329,5 bilhões de massa de renda.

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Quebra do PanAmericano abalaria economia do País

Posted by Administradores - FCA on sábado, novembro 13, 2010 in

Gabriel Jorge Ferreira, presidente do conselho do Fundo Garantidor de Crédito (FGC), disse que uma eventual quebra do PanAmericano abalaria, em um primeiro momento, a estabilidade financeira do País. Em entrevista ao jornal O Estado de São Paulo, Ferreira afirmou que, se o banco tivesse problemas, empresas que tem seus recursos ligados a ele poderiam ficar sem capital e o Brasil passaria uma imagem de insegurança para o mercado internacional. "É sempre um fator de perturbação. A quebra de um banco é diferente da quebra de uma empresa convencional", afirmou.Gabriel Ferreira afirmou que o fundo não vai ajudar o Grupo Sílvio Santos a vender seus ativos, caso não consiga pagar o empréstimo feito com a instituição que protege correntistas e investidores. Ele disse que a soma dos ativos do grupo, segundo os balanços, são de R$ 2,7 bilhões, valor maior que a dívida assumida. "Todas as participações societárias entregues deverão ser vendidas (em caso de não pagamento). O que há, e isso é um pedido dele, é que o SBT será a última", afirmou.  
O caso
 
O Banco PanAmericano anunciou na última terça-feira que o Grupo Silvio Santos, seu controlador, iria aportar R$ 2,5 bilhões na instituição para restabelecer o equilíbrio patrimonial e a liquidez, após "inconsistências contábeis" apontadas pelo Banco Central. A autoridade monetária não forneceu detalhes, mas um processo administrativo de investigação vai apurar a origem e os responsáveis pelo problema de falta de fundos. A injeção de recursos no banco foi feita por meio do Fundo Garantidor de Crédito (FGC), que é uma entidade sem fins lucrativos que protege os correntistas, poupadores e investidores. São as instituições financeiras que contribuem com uma porcentagem dos depósitos para a manutenção do FGC - sem recursos públicos.A holding do Grupo Silvio Santos colocou à disposição empresas como o SBT e a rede de lojas do Baú da Felicidade, entre outras, como garantia pelo empréstimo, que tem prazo de dez anos. Especializado em leasing e financiamento de carros, o PanAmericano teve 49% do capital votante vendido para a Caixa Econômica Federal em dezembro de 2009, por R$ 739,2 milhões. O presidente do BC, Henrique Meirelles, a presidente da Caixa Econômica Federal, Maria Fernanda Ramos Coelho, e as empresas de auditoria que não verificaram o rombo devem prestar esclarecimentos à Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado. Com autorização do BC, as atividades das lojas e o atendimento ao público continuam sem problemas, segundo a instituição.

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Semana Global do Empreendedorismo

Posted by Administradores - FCA on sábado, novembro 13, 2010 in
O planejamento estratégico e os grupos de trabalho da Semana Global do Empreendedorismo, realizada pelo terceiro ano em Camaçari, já foram definidos pela comissão organizadora.

O evento, que acontece simultaneamente em todo Brasil, será realizado entre os dias 18 a 21 de novembro, no complexo da Casa do Trabalho.

A organização pretende reunir cerca de 300 expositores que integram todo o setor produtivo do Município, desde a grande empresa até a agricultura familiar. A expectativa é de que mais de 50 mil pessoas visitem o local durante os quatro dias.

Numa área de 25 mil metros quadrados, o público irá contar com exposições de produtos agropecuários, casa de farinha, agricultura familiar, economia solidária, artesanato, feirão imobiliário, segmentos da construção civil, além de apresentações artísticas e culturais.

De acordo com Hélio Cortes, secretário Municipal do Desenvolvimento Econômico (Sedec), a Semana Global do Empreendedorismo é o maior evento de negócios multisetorial da Bahia.

A Semana Global do Empreendedorismo de Camaçari é uma iniciativa da Prefeitura, em parceria com a Associação Comercial e Empresarial de Camaçari (Acec), Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL), Associação do Comércio e Serviços Automotivos (Acosauto), Instituto Arborize e do Serviço Brasileiro de Apoio as Micros e Pequenas empresas (Sebrae).


Para ver a  nossa programação, acesse o site do evento Clique Aqui. Veja também o site da Camaçari Empreededora.

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Semana Global do Empreendedorismo

Posted by Administradores - FCA on sábado, novembro 13, 2010 in




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Semana Global do Empreendedorismo - Camaçari

Posted by Administradores - FCA on sábado, novembro 13, 2010 in
Presidente da ACEC e o Prefeito Luiz Caetano.
OBJETIVO 

Realizar o maior evento de negócios multissetorial da Bahia, transformando o Município  em um grande destino de  Feiras e  Eventos de Negócios do Nordeste, consolidando a  marca de Camaçari como Cidade Empreendedora.

  
O QUE FAZER

- Reunir os diversos segmentos empresariais em um só evento ;
- Possibilitar a exposição de um diversificado mix de produtos e serviços
inovadores;
- Abrir um leque de oportunidades de investimentos e negócios;
 Promover parcerias, troca de experiências, cursos, palestras, rodada de
negócios, etc.
ONDE IRÁ ACONTECER 

Visualizar Semana Global do Empreendedorismo em um mapa maior

- Complexo Casa do Trabalho e seu entorno.
- Área total: 25 mil m²
- Data do Evento: 18 a 21 de Novembro de 2010
- Horário: 15:00h às 22:00h

EXPECTATIVA 2010

- Total de Expositores: 250
- Estimativa de Público: 50 mil pessoas
- Estimativa de Empregos Diretos: 1.200
  
FORMATO DO EVENTO

- Prefeitura Municipal de Camaçari
- ACEC – Associação Comercial e Empresarial de Camaçari
- CDL – Câmara de Dirigentes Lojistas de Camaçari
- SEBRAE – Serv. Brasileiro de Apoio às Micro e Peq. Empresas
- ACOSAUTO – Assoc. do Com. e Serv. Automotivos de Camaçari 
- GT Semana Global
- Instituto Arborize Brasil



INFRAESTRUTURA DO ESPAÇO
- Auditório Climatizado para 400 pessoas
- 15 salas climatizadas para 35 pessoas
- Espaço do Empreendedor
- Energia, água, link informática
- Estrutura de pessoal / Trânsito / Polícia Mi litar / Defesa Civil / Segurança Patrimonial / Serviço de Limpeza
 
SEGMENTOS EXPOSITORES

- Setor  Imobiliário;
- Setor  Automotivo (Concessionária de Veículos zero / usados);
- Distribuidores e fabricantes de auto peças e reparadores automotivos;
- Setor  2 rodas (motocicleta/ bicicleta);
- Comunicação Visual;
- Tecnologia da Informação;
- Gastronomia;
- Material de Construção / Acabamento / Decoração;
- Moda e Perfumaria;
- Saúde, Esporte e Terapia;
- Educação e tecnologia;
- Economia Solidária;
- Economia Criativa;
- Meio Ambiente.

 PÚBLICO ALVO 
 Representantes do Pólo Industrial, Plástico e Serviços;
- Engenheiros, Arquitetos, Mestre de Obras;
- Lojistas e Atacadistas;
- Construtoras;
- Bancários, Comerciários, Servidor Público;
- Universitários e Estudantes de Cursos Técnicos;
- Empresários;
- Visitantes em geral.

 EVENTOS SIMULTANEOS 
- Feirão Imobiliário;
- Lançamento Campanha Natal dos Sonhos “ACEC e CDL”;
- Comemoração dos 11 anos de Sistema “S” no Município (SEBRAE, SENAI, SESI e SENAC);
- Rodada de Negócios, cursos, palestras;
- Formalização do Micro Empreendedor Informal;
- Oficina do Empreendedor;
- Desfile de moda, música, cultura, dança;
- Pit Stop – Setor Automotivo;

INSTITUIÇÕES PARCEIRAS 
- COFIC – Comitê de Fomento Ind. de Camaçari
- FIEB – Federação das Ind. do Est. da Bahia
- Sistema “S” – SEBRAE, SENAI, SESI, SENAC, IEL
- PETROBRAS
- Caixa Econômica Federal
- Banco do Brasil
- Banco do Nordeste – CREDAMIGO
- ACEC – Assoc. Comercial e Empresarial de Camaçari
- CDL – Câmara de Dirigentes Lojistas de Camaçari
- ACOSAUTO – Assoc. do Comércio e Serv. Automotivos de Camaçari
- LIMPEC – Empresa de Saneamento Ambiental
- INCECC – Instituto Corredor Ecológico Costa dos Coqueiros
 Cidade do Saber
 Instituto Arborize
- GT Semana Global
- Endeavor

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